Testes em Android – Parte I: Por onde começar?

Fala, Comunidade! Este post é o primeiro de uma série sobre testes em Android. Você aprenderá conceitos essenciais sobre a arquitetura de testes, instrumentação e como configurar o seu projeto no Android Studio para começar a automatizar seus testes unitários e de UI. Nesse primeiro post, irei focar apenas em testes unitários utilizando a ferramenta JUnit. Como ele é de assunto intermediário, caso você seja iniciante em Android, sugiro este post onde falo passo a passo como começar o desenvolvimento de apps no Android Studio.

Por que devo testar?

Nos dias de hoje, onde temos vários serviços e plataformas de Integração Contínua (Continuous Integration) gerando builds a todo vapor como Jenkins, Travis CI, Circle CI, BitBucket Pipelines, testar é algo essencial e obrigatório para que consigamos montar uma cultura de desenvolvimento ágil e de Entrega Contínua (Continuous Delivery) de produtos de qualidade para nossos clientes.

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Uma reflexão de ano novo

Vamos começar analisando a diferença entre solidão e solitude. A solidão acontece quando você está só, mas não gostaria de estar. Ela é geralmente relacionada ao sofrimento. Você sofre por estar só ou por se sentir só. Já a solitude acontece quando você também está só, mas consigo mesmo. Um isolamento voluntário.

Esses estados podem confundir algumas vezes. Eu, por exemplo, gosto de almoçar e ir ao cinema sozinho, uma vez ou outra. E não é por falta de companhia. No cinema, com inúmeras pessoas ao redor, estou só, mas porque eu escolhi e não fico triste por causa disso. Já a solidão não é voluntária, gera ansiedade, sofrimento e depressão.

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Retrospectiva Radar Ágil

Um dos pilares das abordagens ágeis é a melhoria contínua, nesse contexto a Cerimônia de Retrospectiva desempenha um papel fundamental. Desconfio que o Scrum adotou o termo “Cerimônia” por que o termo “Reunião” traz consigo diversos sentimentos negativos. Em alguns momentos o termo “Reunião” tem sido pra mim sinônimo de algo demorado, tedioso, que dá sono, que produz poucos resultados.

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script as a service

Acho que foi com o rvm.io que tive o primeiro contato com script como serviço. Mas foi instalando e configurando o GitLab “trocentas” vezes, que me levou a evoluir os tutorias de instalação de ferramentas que usamos no trabalho para algo mais prático que ctrl+c e ctrl+v intermináveis, fora o risco de esquecer de executar alguma linha do roteiro e levar o processo pro “beleléu”. Com o ensinamento de um velho camarada onde ele diz que nossos scripts devem virar programas, usei a filosofia do seja burro e preguiçoso mais uma vez.

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