Utilizando o Open Street Map em seus projetos

Em capítulos anteriores, falei um pouco do uso de aplicações fora do mainstream. Tem um danado que preciso falar um pouco mais, o Open Street Map (OSM). Já tinha ouvido falar de várias incursões do povo para mapear locais à pé, de bicicleta e barco para alimentá-lo. É uma plataforma robusta e séria para websites, aplicativos móveis e dispositivos de hardware, apoiada por instituições e empresas ao redor do mundo. Exemplos grandes de uso são Apple e Flikr e o aplicativo de mobilidade urbana Moovit. O @willianpaixao me deu o papo que o Uber utiliza o serviço como data provider.

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Papo de Infra: Quando eu cheguei aqui era tudo mato

aka “como a cultura DevOps tem transformado a forma de desenvolver e entregar software”.

Quando comecei a desenvolver software, a entrega era feita com um moderno FTP. O controle de versão era feito compactando o diretório com diferentes nomes. O teste era fazer o cliente usar a última versão e dizer que estava funcionando. O servidor Web era compartilhado, rodando um CPanel que controlava um LAMP no qual eu tinha poucas permissões.

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“deploy” com FileZilla em 2005.

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transformAÇÃO na EETEPA Icoaraci

Em 2010, realizamos um #tasafoemacao na Escola de Ensino Técnico do Estado do Pará (EETEPA) de Icoaraci, que oferta os cursos de Informática, Suporte e manutenção, Design de interiores e Hospedagem, onde Fábio e Jaime foram nos representar. Pelo relato, deve ter sido “duka” mesmo. E no dia 27 de Agosto de 2016, tive a satisfação de representar o Tá safo! para uma ação, em conjunto, chamada I FISOL 2016, articulada pelo Marcelo Sá, da Jambu Tecnologia, Ézyo Lamarca do Linux Pai D’Égua e Raimundo Xavier do projeto LibreOffice.

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GitLab – Belo, recatado e do lar

Falou em Git, você pensa logo em Github, certo? Se a resposta for sim, então não confunda mais o sistema de controle de versões distribuído Git e a rede social de código fonte mais famosa do mundo, o Github. A maioria dos projetos Open Source estão hospedados lá, várias organizações e pessoas possuem seus projetos privados também guardados por lá, pagando alguns dólares por mês, pois a galera do Github também precisa se alimentar e pagar suas contas.

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