#tasafoemacao na UFRA

Galera,

É com imenso prazer que anunciamos nosso primeiro #tasafoemacao do ano \o/ Ele será realizado durante a Semana do Calouro 2012, na Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), dias 14 e 15 de Fevereiro, sendo que o segundo dia será dedicado à nossa Comunidade.

O evento terá palestras, Lightning Talks ( palestras-relâmpago de no máximo 10 minutos cada) e Coding Dojos. Confira a programação completa aqui.

A Comunidade agradece à UFRA pelo convite e fiquem ligados para o post sobre o que aconteceu no evento! 🙂

 

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Melhorando a qualidade dos testes com refatoração e fluent interfaces

Muita gente acha que não precisa dar muita atenção à qualidade na escrita dos testes. Mas o nível de qualidade dos testes deve ser tão alto quanto o do código de produção, afinal, os testes também tem que ser mantidos por tanto tempo quanto o código de produção. No seu livro Clean Code, Uncle Bob conta a história de uma equipe que decidiu abrandar as regras de qualidade nos testes. Traduzindo livremente:

As variáveis não tinham que ser bem nomeadas, os métodos não tinham que ser pequenos e descritivos. O código de teste não tinha que ter um bom design. Contanto que o código de teste funcionasse e cobrisse o código de produção, estava tudo bem.

Quanto mais o tempo passava, mais difícil era alterar os testes e adicionar novos. Vez ou outra alguns testes falhavam quando a equipe mudava o código de produção, e corrigi-los também se tornou uma tarefa árdua e demorada. As estimativas ficaram cada vez mais altas, porque mexer nos testes era muito custoso. Depois de um tempo, eles jogaram fora toda a suite de testes. Mas sem os testes, muitos bugs começaram a aparecer, a equipe perdeu a confiança em alterar o código, e no final, clientes e desenvolvedores ficaram frustados.

Moral da história, se o código será mantido – seja de produção ou de testes – então ele tem que ser bem escrito.

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